Cel. Tadeu propõe o diálogo para resolver as divergências do PSL

A crise nacional do PSL levou o deputado federal Coronel Tadeu (PSL), a fazer uma explanação sobre a situação.

Ele diz que os 53 parlamentares eleitos pela sigla aprovaram incondicionalmente o presidente Jair Bolsonaro e os ministros até o presente momento.

E complementou que, particularmente,  mantém os mesmos posicionamentos e princípios que defendeu durante a campanha.

Coronel Tadeu observa que seu apoio ao governo federal deve ser medido pelos votos e manifestações na Câmara.

Nada mudou na luta constante como o combate à corrupção, a Operação Lava Jato e a prisão segunda instância.

Para o parlamentar, o que existe é uma divergência sobre a liderança do PSL no Congresso.

Por isso, rotular os deputados como traidores é, no mínimo, tendencioso e falso.

Lembra que sempre foi favorável à escolha do líder através dos votos dos deputados do partido.

Esse acordo já existe e a votação deverá ocorrer até o final de 2019.

Entretanto, não está descartada uma ruptura: “As divergências sobre quem deve conduzir a liderança do PSL devem ser resolvidos democraticamente, em eleições abertas e não por imposição de quem quer que seja. Diferente de alguns que estão fazendo críticas na internet e destilando o ódio inoportuno aos colegas, reservo o meu tempo para dialogar”,  enfatiza.